02/11/2011

Makeover virtual


Sem ter o que fazer nesse feriado? Eu consegui uma ocupação divertidíssima (rss). É o makeover virtual da IG (http://delas.ig.com.br/beleza/makeover/) ou, para quem se vira um pouquinho com o Inglês, no site http://www.taaz.com/makeover/virtual-makeover.html. Basta tirar uma foto de cabelo preso, no formato para documento, fazer o upload para o website e transformar-se em Beyoncé ou Alexandra D’Ambrosio. Você pode salvar no seu computador e mandar para os amigos dizendo que fez tudo aquilo de verdade. Quem não quiser usar os looks prontos, pode ir no passo-a-passo, fazendo base, corretivo, batom, sombra, etc.


O engraçado é que em 90% dos makovers eu acabei ficando com cara de travesti... ops! 10% corresponde à minha cara "real"... KKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Menos mal assim...

Bem, já “brinquei” o bastante por hoje. Agora é a sua vez. Eu acho melhor aproveitar e ir arrumar minhas gavetas, senão passo o dia inteiro mexendo com a minha própria cara :-))



Original


























A depressão na meia-idade





A meia-idade poderá manifestar quaisquer sintomas ou síndromas psiquiátricos. O desequilíbrio hormonal, a menopausa e a «crise da meia-idade» não devem ser responsabilizados por todas as perturbações que ocorrem neste momento da vida.


Um diversificado leque de diagnósticos é possível, incluindo neuroses, perturbações da personalidade e psicoses. Pode ocorrer uma esquizofrenia ou doença maníaco-depressiva sob a pressão de acontecimentos importantes no ciclo de vida, particularmente em pessoas que já apresentam um passado com estas perturbações.

Contudo, uma das mais importantes sequelas emocionais durante este período é a depressão. Esta pode resultar de perdas ou mudanças emocionais e físicas, tanto reais como imaginadas, e do reduzido amor-próprio possíveis em ambos os sexos durante esta fase da vida.

A depressão na Meia-idade Psicologicamente

O decurso normal da vida durante a meia-idade poderá gerar situações que fazem despertar sentimentos de tristeza, pesar e depressão. Todos nós já passámos por maus momentos mas a depressão clínica é algo de diferente. Psicologicamente, a depressão pode ser vista como uma reação a uma perda ou alteração específica, tal como o fato de os filhos saírem de casa, ou dever-se a uma experiência ou pressão da vida que vulgarmente produz tristeza, tal como a morte de um familiar, contrariedades profissionais, perdas económicas e rejeição.

A meia-idade traz consigo pressões externas adicionais que podem precipitar alterações do humor. Os pais estão velhos e, muitas vezes, doentes. É possível que a profissão e as relações nem sempre sejam muito satisfatórias.

Clinicamente, estes tipos de depressão são designados por distimia (neurose depressiva) ou depressão profunda.

A distimia é uma depressão crónica fraca, durando pelo menos dois anos. Para além de se sentir deprimido, o doente deverá apresentar pelo menos dois dos outros sintomas clínicos abaixo indicados. Numa depressão profunda, o doente apresenta uma depressão que dura há mais de duas semanas e pelo menos cinco dos sintomas abaixo indicados. Nestes tipos de depressão a cura é demorada.

Quadro clínico tradicional para a depressão num adulto – sintomas

O quadro clínico tradicional para a depressão num adulto poderá apresentar os seguintes sintomas:

1. Um sentimento persistente de tristeza, depressão, infelicidade ou de vazio.
2. Perda do interesse e da satisfação nas atividades normais, inclusive nas relações sexuais.
3. Energia reduzida, fadiga e cansaço.
4. Problemas do sono, como dificuldade em adormecer ou em continuar a dormir, acordar de madrugada ou dormir de mais.
5. Perda de apetite e de peso ou comer em demasia.
6. Sentimentos de culpa, inutilidade e desamparo.
7. Sentimentos de desespero, pessimismo e de que a vida é inútil.
8. Dificuldades de concentração, memória, e em tomar decisões.
9. Preocupação e aflição.
10. Irritabilidade, agitação, inquietude e ansiedade.
11. Acessos persistentes de choro.
12. Dores crônicas e outros problemas físicos que não parecem reagir a tratamento.
13. Pensamentos recorrentes de morte e suicídio.

A depressão que ocorre pela primeira vez na meia-idade, ou posteriormente, pode ser mais grave e implicar mudanças na capacidade do indivíduo para analisar a realidade. Estas depressões são consideradas de proporções psicóticas. Uma grave perturbação afetiva com características psicóticas era anteriormente designada como reação psicótica depressiva. Há muitos anos chamava-se reação psicótica involutiva (involutiva devido às mudanças degenerativas que ocorrem entre os quarenta e os sessenta e cinco anos). Independentemente do nome que se lhe dá, este tipo de depressão é também atribuível a determinada vivência. Neste caso, as características clínicas anteriormente descritas manifestam-se de uma forma muito mais intensa. Além disso, há uma debilitação na capacidade de análise da realidade. Ocorrem ilusões (falsas crenças), normalmente sobre temas deprimentes como a doença, o castigo, a morte ou a incapacidade pessoal. Podem também ocorrer alucinações e o funcionamento normal do paciente é afetado.


A depressão profunda

A depressão profunda pode também ser de tipo melancólico, o que corresponde ao antigo diagnóstico de melancolia involutiva. Neste caso existe uma investida gradual de uma depressão grave que ocorre no período involutivo. Normalmente não se registam episódios anteriores. Esta doença surge especialmente naquelas pessoas que apresentam uma personalidade rígida e compulsiva. Esta reação manifesta-se em insónias insuportáveis, pensamentos suicidas, preocupação, ansiedade e muita culpa. Ocorrem mudanças físicas acentuadas, tais como anorexia grave, perda de peso e obstipação. Poderá haver um retardamento ou agitação em termos psicomotores.

O período involutivo pode também fazer surgir um estado paranoico involutivo ou as chamadas ilusões (comportamento paranoico). Neste caso, as ilusões ou falsas crenças não se devem a qualquer perturbação mental. Têm a ver com situações da vida real e não com ideias ou acontecimentos bizarros. Os doentes que sofrem desta perturbação talvez se queixem de que estão a ser perseguidos ou maltratados, têm uma doença grave, são amados por uma pessoa importante ou estão a ser enganados pelo parceiro sexual. Alucinações visuais ou auditivas não são vulgares.



 

01/11/2011

Colares – Faça você mesma



Parece que quando a gente é novinha, qualquer barbante com um penduricalho assume ares de grande graça. Quando se é mais madura, precisa-se de uma joia mais elaborada, bem acabada e de boa qualidade, mas nem sempre o orçamento permite.

Sempre adorei joias e o fato de ser filha de joalheiro me permitia andar parecendo uma árvore de Natal decorada com ouro 18 quilates. Hoje, nem que eu quisesse, e a moda assim o pedisse, eu poderia sair de casa – e voltar sã e salva – com tantas joias de ouro. Moro no Rio de Janeiro... não preciso explicar mais nada, né?

Os amantes de joias acabaram substituindo o ouro pela prata que, apesar de custar caro nas vitrines, não tem o mesmo valor de troca do ouro, que é o que mais interessa aos pivetes (pequenos e grandes) que assolam minha cidade. Isso acabou valorizando mais ainda a prata e hoje as joias de prata 925 (apenas 7,5% de cobre na liga com prata pura) estão com preços meio proibitivos. Até as boas bijuterias, que antes eram tão baratinhas, estão custando quase tanto quanto joias verdadeiras e quem é que pode investir tanto num acessório?

Solução: fazer as próprias joias usando pedras boas e metais menos nobres. São as chamadas semi-joias. Além do custo bem mais baixo, funciona como uma terapia e se enjoar da peça é só desmanchar e fazer outra!

A seguir dois passo-a-passo de como fazer lindos colares. Há muito mais (brincos, pulseiras, etc) no site http://www.pedramistica.com.br/ e quem quiser se aventurar e fazer um colar mais elaborado, é só acompanhar o vídeo abaixo. A loja Pedra Mística vende todos os tipos de pedra e também os fechos, entremeios, etc. Há um tempo atrás, quando eles vendiam também peças de ouro e prata, eu costumava comprar coisas para a nossa loja e sempre me atenderam com muita gentileza, então, estou retribuindo e fazendo a divulgação deles :-))



Colar de Lápis lazuli com fecho em Prata 950 - Nível de dificuldade: Muito Fácil



Material: 1 fecho redutor em prata 950 FC11 e 2 fios de cascalhos miúdos de Lápis lazuli.


Passo 1: Verifique se os fios de Lápis lazuli estão fechados formando um cordão. Segure os dois juntos e passe uma das extremidades por dentro do fecho FC11.


Passo 2: Passe a outra extremidade dos fios também por dentro do fecho.


Passo 3: Feche a peça como na foto.


Técnica concluída! Outras sugestões: Você pode substituir os fios de Lápis lazuli por outros fios de cascalhos miúdos, inclusive misturando pedras de diferentes cores que combinem entre si. 




Colar folheado Prata e Cascalhos de Cianita - Nível de dificuldade: Fácil



Material: 1 Fio de Cascalhos de Cianita 40cm; 12 Contas folheadas em prata 925 PF-CT14; 2 Tips (terminal) folheados em prata 925 PF-TE07; 3 Argolas folheadas em prata 925 PF-AR02; 1 Fecho trava de segurança folheado em prata 925 PF-FE15; 1 Base pingente folheada em prata 925 PF-BPG05; 1 Pingente porta-retrato folheado em prata 925 PF-PIN21; 60cm Fio de nylon 0.45mm; 1 Alicate de bico reto; 1 Alicate de bico redondo e um esmalte incolor.


Passo 1: Corte aproximadamente 60cm de fio de nylon 0.45mm, dê 2 nós bem apertados em uma das pontas e pingue 1 gota de esmalte incolor sobre os nós para que não se desfaçam.


Passo 2: Passe a outra ponta do nylon pelo tip TE07 fechando-o para esconder o nó dentro da conchinha do tip.


Passo 3: Una o tip ao fecho FE13 usando uma argola AR02.


Passo 4: Inicie uma seqüência de 1 conta CT14 e aproximadamente 7 cascalhos de Cianita e repita por mais 6 vezes seguida nesta mesma ordem.


Passo 5: Prenda a base pingente no pingente porta-retrato e passe-o pelo nylon até encostar no cascalho.


Passo 6: Repita o passo 4 para fazer a outra seqüência do colar terminando com uma conta TE07. Passe um tip pelo nylon, dê 2 nós selando-o com o esmalte e feche o tip. Prenda a outra parte do fecho com outra argola AR02.


Colar pronto! Caso precise aumentar o tamanho do colar, aumente uma ou duas carreiras na seqüência do passo 4.


Sugestões: Você pode variar os cascalhos e folheados para esta mesma dica de montagem. Neste modelo, foi usado um fio de cascalhos de turmalina multicolor e acessórios folheados em ouro 18k.


Colar de Kynite



Homens também envelhecem




Mas a batalha deles contra o tempo não é a da aparência


Por Ivan Martins *

É comum ouvir mulheres reclamando sobre o que seria uma injustiça básica da natureza, aquela que faz com que os homens “envelheçam melhor”.

Elas olham para os nossos cabelos brancos, para as rugas ao redor dos nossos olhos, e concluem que essas coisas nos caem bem – as mesmas coisas que, nelas, são percebidas como sinais detestáveis da passagem do tempo.

Na condição de um sujeito que começa a ficar grisalho e que só enxerga as rugas ao redor dos próprios olhos quando põe óculos de leitura, eu gostaria de dizer algumas coisas sobre esse assunto.

A primeira é: obrigado. Obrigado às mulheres por serem generosas e encontrarem charme nos sinais de decadência que nos assustam.

A gente olha no espelho e fica contrariado com o que vê, mas o olhar de vocês, de alguma maneira, sinaliza que está tudo bem – que ainda somos desejáveis, embora já não sejamos jovens.

Acontece que envelhecer não tem apenas dimensão social e tampouco se trata de uma mudança apenas de aparência. É uma experiência pessoal e íntima.

Cada um sabe a idade que tem, embora os outros possam não perceber ou não se incomodar. Ter 40 anos e aparência de 30 não é o mesmo que ter 30 anos. Interiormente é diferente – e ainda bem que é. Nem imagino como seria ter 30 anos para sempre. Ou ter qualquer idade para sempre. Ou viver para sempre. A palavra “sempre” é contrária ao que nos faz humanos.

Lidar com a passagem do tempo, portanto, é algo que cada um de nós tem de fazer sozinho - e os homens fazem isso muito mal.

A imprensa nos conta e a experiência confirma que há muitas mulheres obcecadas em manter uma aparência juvenil depois que a juventude ficou para trás. Mas os homens, embora mais relaxados com a própria aparência, também travam a seu modo uma batalha perdida contra o tempo. Uma batalha subjetiva.

Boa parte dos homens insiste em resistir aos efeitos da idade. Quer sentir-se jovem e agir como jovem até o fim. Há uma recusa obstinada em aceitar o limite do tempo e a declinar dos papéis de protagonista. O sujeito quer ser o galã eterno da novela da vida dele. Não aceita o papel de pai ou avô.

Lembro de um amigo mais velho, recém passado dos 70, me dizendo, na mesa de um almoço de jornalistas, que às vezes sonhava em recomeçar com uma nova mulher. Uma mulher de uns 30 anos... O que me espantou (penalizou, na verdade) é que ele imaginasse a sua felicidade ligada a uma situação tão improvável. Era óbvio que se recusava a aceitar a idade que tinha.

Outro dia, folheando o jornal, deparei com a foto de duas crianças novinhas, filhas de um sujeito rico e famoso que já bateu nos 60 anos. As imagens eram incongruentes: de um lado, um homem meio caído; de outro, o frescor das crianças. Fiquei me perguntando o que levara o sujeito a repetir, às portas da terceira idade, uma experiência que a natureza recomenda ter mais cedo. E concluí que ele não tinha ideia melhor do que fazer com a própria existência. Talvez tenha tido razões sentimentais, mas, como programa de vida, a reprodução tardia me parece uma droga. A vida deveria ser invenção, não repetição.

A verdade é que os homens, a despeito dessas bravatas biológicas, são tão inseguros quanto as mulheres quando se trata de envelhecer. E provavelmente mais perdidos. Se a aparência enlouquece as mulheres, a vitalidade é a obsessão masculina. Sobretudo aquela vitalidade... Com o agravante de que o cara não pode sair por aí anunciando que está com problemas. Os homens não falam disso abertamente. Ou melhor, falam, para mentir uns aos outros. Este é o país dos Romários e dos Ziraldos, gente que, sabidamente, nunca broxou. A angústia masculina é solitária, enquanto a da mulher é pública.

O medo masculino da impotência não é apenas físico, ele é também simbólico. É o medo de ser superado. Se o pesadelo feminino é a mulher de 20 anos, bonita e sedutora, o do homem é o jovem rebelde e audaz. Ele ameaça o lugar do cidadão maduro, que reage ao risco com rabugice, amargura, preconceito contra os que chegam. Ele se torna sentencioso e professoral, agressivo em defesa do seu status deslizante: eles são bárbaros, não sabem nada, não estudam nada, não se preocupam. Desde a Grécia antiga os velhos se queixam da ignorância, da incompetência e da insensibilidade dos jovens – mas nos últimos 3000 anos o mundo avançou, não retrocedeu.

Nelson Rodrigues, numa demonstração desavergonhada de suas aflições íntimas, aconselhou aos jovens, “envelheçam”. Poderia ter completando: “uma vez que eu não posso rejuvenescer”. Ele terminou a vida envolvido com mulheres muito mais jovens e tinha alucinações de ciúme dignas dos seus personagens mais grotescos.

No mundo perecível dos homens, excessivamente material e físico em relação ao mundo das mulheres, a perda da vitalidade equivale à perda de poder – nos sentimos ameaçados pela força e pela violência dos mais jovens. E isso angustia.

Há uma passagem num romance do sul-africano J.M. Coetzee, acho que em Desonra, na qual um personagem comenta que, até os 50 anos, ele tinha facilidade em se aproximar das mulheres e obter sexo. Elas eram atraídas por ele naturalmente. Depois dos 50, algo começou a mudar até que o seu poder de sedução quase se extinguiu.

É isso. Não acontece apenas com as mulheres. Não dói menos nos homens. Não é mais fácil para eles. Talvez demore um pouco mais, mas chega da mesma forma – e os homens, acreditem, não estão preparados. Embora não pareça. Embora a generosidade das mulheres nos proteja.


* IVAN MARTINS é editor-executivo de ÉPOCA






[Clique nas imagens para ampliá-las]


























Aaaaaahhhhhh!


Antes e depois: Poderosa com mais de 50



Bette Santos entrou no salão de beleza chamando atenção dos funcionários. De camisa social, colar, pulseiras e salto alto, a pedagoga, de 55 anos, precisou avisar que era ela a pessoa escolhida para a transformação com o hair stylist Mauro Freire. Vaidosa, hesitou em limpar o rosto e aparecer sem maquiagem antes de começar o procedimento. “Não saio nem da cama sem alguma coisa no rosto”, brincou. Muito falante e animada com o que estava por vir, ela revelou que era a primeira vez que falava sobre a idade e a passagem do tempo. “Tenho horror de envelhecer”.

E quem não tem? Lidar com o avanço da idade e os reflexos do envelhecimento tende a ser especialmente difícil para as mulheres. A boa notícia – para Bette e tantas outras – é que uma onda de cinquentonas belas e felizes se espalha com rapidez. A “V Magazine” estampou Jane Fonda, 72 anos, Sigourney Weaver, 61, e Susan Sarandon, 63, na capa da edição especial “The Who Cares About Age Issue”. A Chanel trouxe de volta à passarela a modelo Inès de La Fressange, de 53 anos, garota-propaganda da marca na década de 80.

  Antes e Depois: O rosto ganha leveza com cabelo em camadas e mechas iluminam o visual

O outro lado da moeda, segundo Bette, tem a ver com experiência e sabedoria. “Você passa a entender que dá pra viver com isso e ser elegante. Também percebe valores, sua história, sabe onde investir”, conta ela, que divide a própria vida em fases.

Os altos e baixos serviram como lição e a fizeram passar por cima dos obstáculos de forma mais leve. Há 19 anos, viveu um ‘luto’ após o fim do casamento e chegou a emagrecer 10 kg. “Fui até o fundo do poço e tive que voltar”. Hoje, a filha de 25 anos mora sozinha e a pedagoga diz não sentir falta de um novo relacionamento. Após três namorados, está solteira e divide o tempo apenas com a cachorra da raça Schnauzer. “Homem mais novo é sempre melhor, eles não acham que sabem tudo, não são mandões”, diz, aos risos.

A liberdade também veio no trabalho com a “virada dos 50”. Após 15 anos na mesma empresa, deixou de lado a equipe que liderava e resolveu ser autônoma. “Agora viajo bastante, faço curso, saio com amigas, canto e me divirto bastante. Não devo satisfação pra ninguém, conta.





Foto: Tricia Vieira / Fotoarena
Bette posa para as lentes da fotógrafa e mostra como é ser poderosa aos 55 anos


O "up" no visual, ela diz, traria ainda mais segurança. E é aí que o Mauro Freire entra em cena com a transformação. “Vou tirar as camadas e dar uma leveza com uma franja lateral. As pontas serão douradas para clarear esse castanho”, explica. As mechas finas foram separadas com a cabeça deitada para trás. Já o corte foi feito em pé pra facilitar a visualização do resultado. A maquiagem não teve muito segredo e os cílios postiços completaram o visual de mulher fatal.




Foto: Tricia Vieira / Fotoarena
Depois de fazer o novo corte, coloração e maquiagem, Mauro Freire posa ao lado de Bette

Dicas de beleza da mulher madura


Cabelos:

- Clareie os fios aos poucos, evite transformações radicais

- Cabelo preto ou castanho monocromático envelhece o look

- Cabelo longo, jamais. Prefira um comprimento médio: no ombro ou acima

- Para ser loira, prefira um degradê chique, nada de mechas constranstantes

- Repicado funciona apenas em mulheres mais descoladas

- Franjinha nem pensar, só franja longa acompanhando o corte

- Tom de vermelho só se for fechado. Chique mesmo é castanho com nuances vermelhas

- Cabelo ondulado deixa o visual mais jovem

- Evite prender o cabelo no alto da cabeça, pode parecer inadequado

- Coque muito baixo envelhece o look, faça um coque médio

- Nuca batida é um erro, pode revelar a idade ainda mais

- Corte reto não combina. É muito sério, se solte...


Maquiagem:

- Produtos profissionais para alta definição são ótimas opções

- Dispense o corretivo, ele craquela a pele dando a impressão de ruga – use a base diretamente

- Evite o olho marcado na parte de baixo

- Abuse da máscara para realçar o olhar

- Delineador está liberado!

- Evite o brilho, pode parecer look de adolescente

- Cores muito “ligadas” devem ser deixadas para as garotas

- Procure combinações de tons pastel, dourado, marrom, cinza preto, verde escuro

- Blush sem exagero, dê só um toque de “saúde”

- Corrija a sobrancelha apenas com sombra. O lápis pode pesar o rosto

- Na dúvida, opte pelo batom cor de boca. A cor vinho diminui a boca

- Batons secos e sem brilho são os mais indicados

-Contorne a boca com lápis para aumentar os lábios

Fontes: Nilton Tamba (hair stylist, Tamba Salão Boutique), Paulo Amianti (maquiador, Tamba Salão Boutique) e Mauro Freire (hair stylist, Casa Mauro Freire)



Agredecimentos:

Casa Mauro Freire
www.casamaurofreire.com.br


Quem sou eu

Minha foto
Rio de Janeiro, RJ, Brazil
"Sou apenas uma caminhante que perdeu o medo de se perder. Que eu saiba perder meus caminhos, mas saiba recuperar o meu destino. Com dignidade."
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